Então, um Bentley preto parou. A porta traseira se abriu. Três garotinhos saltaram para fora.
“Mamãe!”
Suas vozes ecoaram pela área de embarque. Antes que eu pudesse respirar, eles já estavam correndo em minha direção.
Um deles me abraçou pela cintura. Outro segurou minha mão. O caçula quase me derrubou para trás com o abraço.
Ri em meio a lágrimas repentinas. “Oi, meus queridos meninos.”
Então, olhei para cima.
Harrison não se mexeu. Ficou parado, congelado perto da calçada, com o rosto completamente pálido.
Porque os três meninos tinham os meus olhos. Mas tinham o rosto dele. O mesmo cabelo escuro. O mesmo sorriso. Os mesmos traços inconfundíveis de Sterling.
Por vários longos segundos, ninguém falou.
Então Harrison deu um passo lento para a frente. Sua voz mal saiu.
“Chloe…”
Virei-me para ele. E, pela primeira vez em cinco anos, vi medo de verdade em seus olhos.
Porque ele acabara de entender o impossível.
As mensagens que puseram fim ao nosso casamento nunca foram sobre outro homem. E, pelo jeito como ele olhava para aqueles meninos, ele finalmente começava a perceber o que realmente havia perdido…
Parte 2: Por um instante, o velho Harrison pareceu ressurgir — o homem que ela amara antes que o orgulho e a suspeita os destruíssem. Então sua máscara voltou.
“Quero conversar.”
“Quero levar meus filhos para casa.”
Seus olhos brilharam. “Nossos filhos.”
O clima mudou.