"O que foi, querido?", perguntou ela docemente.
Ela sentiu um nó na garganta. "É que... eles transformam minha vida num inferno aqui. Todos os dias. Eu tento ignorar, mas... eles falam mal de você também."
A linha ficou em silêncio por um instante. Então, sua voz mudou: firme, mas áspera, como sempre ficava quando ela tomava uma decisão.
—Marcus —ela disse—, qual é o nome do homem responsável por você?
Ele fez uma pausa. "Coronel Barrett. Por quê?"
“Porque”, disse ele, “acho que está na hora de ele vir conhecer sua base.”
O que ele não lhe contou:
Ele tentou dissuadi-la por telefone. Disse-lhe que não era necessário, que ele conseguiria lidar com a situação, que as coisas se acalmariam sozinhas.
Ela ouviu tudo.
Então ele disse: "Estarei lá na quinta-feira."