Eu me virei para Victor.
"Tio Victor", eu disse, puxando uma cadeira. "Venha e sente-se."
Coloquei duas tigelas de sopa na mesa lascada da cozinha da minha mãe.
Victor parou na soleira da porta. "Posso comer lá fora."
"Não", eu disse. "Você não vai mais jantar fora. Esta noite, você fica aqui. Amanhã, resolvemos o resto juntos."
Ele sentou-se lentamente, segurando o medalhão.
Pela primeira vez em vinte anos, a refeição de Victor não saiu pela porta dos fundos.
Ele permaneceu à mesa, onde a família tinha seu lugar reservado.
"Veremos o resto amanhã."